https://doi.org/10.63923/smhs.2026.131
Resumo
Os tumores intracranianos na infância representam um desafio diagnóstico, especialmente em lactentes, devido à inespecificidade dos sintomas e à limitação na comunicação das queixas. A paciente, de 1 ano e 9 meses, apresentava desenvolvimento neuropsicomotor adequado e histórico perinatal sem intercorrências. Iniciou com sinais como lateralização da cabeça, tremores e aumento do perímetro cefálico, percebidos por uma cuidadora, que motivaram investigação por imagem. Após a análise do exame de imagem, foi diagnosticada uma massa intracraniana extensa, com efeito de massa e hidrocefalia. A paciente foi prontamente encaminhada para um serviço de alta complexidade para seguimento. O caso reforça a relevância da puericultura como ferramenta essencial para o reconhecimento precoce de alterações neurológicas, destacando a importância da avaliação sistemática do crescimento e desenvolvimento infantil, bem como da atuação clínica integrada para o diagnóstico e tratamento adequados.
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