Palloma Rezende Marcos de Almeida Camilla Silva Ameno Débora Barreiros da Silva Guilherme Avancini Nascimento Gabriela Cassandri Falquetto Isadora Oliveira Gomes
Informações do autor
Informações do autor
Informações do autor
Informações do autor
Informações do autor
Informações do autor
A resistência microbiana (RM) emerge como uma crescente ameaça à saúde global, comprometendo a eficácia de tratamentos para infecções bacterianas, virais, fúngicas e parasitárias. Tal panorama é impulsionado pelo uso excessivo e inadequado de antimicrobianos, seja por prescrição incorreta/indiscriminada por parte dos profissionais de saúde, ou pela utilização inadequada por parte dos pacientes. As consequências apresentam-se cada vez mais graves, incluindo o aumento da morbidade e mortalidade, a elevação dos custos de saúde e a redução drástica da eficácia dos tratamentos médicos. Este estudo baseia-se em uma revisão de literatura, que consistiu na análise de artigos científicos, revisões sistemáticas e outros materiais relevantes disponíveis em bases de dados como PubMed e Scientific Electronic Library Online (SciELO) abrangendo artigos publicados entre 2017 e 2024. Os artigos selecionados destacavam a relevância das pesquisas acerca de RM, além de citar os componentes genéticos e os riscos envolvidos na questão. Em resumo, a literatura de base apresentou um panorama preocupante no que tange o aumento dos casos de resistência microbiana, destacando as consequências para a saúde e a dificuldade no tratamento. O enfrentamento da RM exige abordagem global e integrada, focada no uso racional de antimicrobianos, de forma a garantir que esses medicamentos sejam utilizados somente quando estritamente necessários, na dose e duração corretas, e com base em diagnósticos precisos. Para isso, o maior ensino para os profissionais de saúde acerca das prescrições adequadas, quando associado à explicação correta da posologia ao paciente, apresentaram resultados satisfatórios na adesão ao tratamento e na redução do aumento da resistência microbiana. Um panorama futuro visa melhor adesão das terapias medicamentosas se redução do uso indiscriminado e incorreto de medicações. Logo, constata-se que estudos devem priorizar a análise de estatísticas relacionadas à RM, visando estratégias para mitigação dos desafios que tange a problemática. Com isso, ocorrerá menores índices de baixa eficiência dos medicamentos, além da redução de custos desnecessários por complicações e menores riscos para a saúde do paciente.