Carolina Margarida de Carvalho Leal Giovana Silva Teles Moreira Manuela Vilela Clemente Raquel Monte Galvão Diogo Milioli Ferreira
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Introdução: O câncer representa um desafio não apenas físico, mas também psicológico e social, despertando sentimentos como medo, ansiedade e sofrimento psíquico. Diante disso, na assistência ao paciente oncológico, torna-se essencial a garantia de um cuidado humanizado e capaz de atender às demandas emocionais. A escuta ativa, o acolhimento e a integração da saúde mental são, portanto, fundamentais nesse processo. Objetivo: Abordar a importância do cuidado emocional na assistência ao paciente oncológico. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa, realizada por meio de buscas nas bases de dados PubMed e Google Acadêmico, considerando artigos publicados nos últimos cinco anos e disponíveis na íntegra. Foram utilizados os Descritores em Ciências da Saúde (DeCS): “Saúde Mental”, “Neoplasias”, “Cuidado Emocional” e “Cuidado ao Paciente”. A revisão é composta por cinco artigos, sendo dois em português e três em inglês. Resultados: Os estudos analisados destacam que o cuidado emocional é fundamental na oncologia, contribuindo para a redução de sintomas como depressão, ansiedade e estresse, além de melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Intervenções que envolvem escuta ativa da equipe de enfermagem, prática de exercícios físicos e programas estruturados demonstraram efeitos positivos, especialmente entre pacientes mais vulneráveis. Observou-se também que pacientes com acompanhamento psicológico ou inseridos em grupos terapêuticos apresentaram menor risco de desenvolver transtornos mentais associados ao câncer. Conclusão: O cuidado emocional na assistência ao paciente oncológico é essencial para garantir uma abordagem integral, que vá além do controle da doença física. Os estudos analisados mostraram que estratégias como escuta qualificada, apoio familiar, intervenções psicossociais e práticas integrativas contribuem significativamente para a redução de sintomas nocivos à saúde mental, facilitando a adaptação ao tratamento e promovendo melhor qualidade de vida. Esse cuidado é especialmente importante entre pacientes em contexto de fragilidade social, evidenciando práticas mais humanizadas.