Armando Costa de Almeida Leonardo Gusmão Costa Paloma Estevão Fideles
Informações do autor
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O suporte básico de vida (SBV) e o suporte avançado de vida (SAV) são fundamentais no atendimento de emergências médicas, especialmente em casos de parada cardiorrespiratória. O SBV envolve a rápida identificação de uma emergência, a execução da reanimação cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade e o uso do desfibrilador externo automático (DEA). Já o SAV compreende intervenções mais avançadas, como o manejo das vias aéreas e a administração de medicamentos, sendo aplicado por profissionais capacitados. A correta aplicação dessas técnicas influencia diretamente a taxa de sobrevivência e a recuperação neurológica dos pacientes. O objetivo deste estudo é revisar os princípios e aplicações do suporte básico e avançado de vida, destacando sua importância no atendimento pré-hospitalar e intra-hospitalar e seu impacto na sobrevida dos pacientes. A metodologia adotada foi uma revisão bibliográfica baseada em artigos científicos indexados na base de dados PubMed, publicados entre 2018 e 2023. Foram utilizados os descritores "Basic Life Support", "Advanced Life Support" e "Cardiopulmonary Resuscitation". Foram incluídas diretrizes da American Heart Association (AHA) e do European Resuscitation Council (ERC), além de estudos randomizados e revisões sistemáticas. Os resultados indicam que a realização precoce e eficaz do SBV melhora significativamente as chances de sobrevida e reduz sequelas neurológicas. O SAV, quando aplicado corretamente, potencializa os efeitos do SBV, reduzindo complicações e melhorando os desfechos clínicos. Além disso, a capacitação contínua dos profissionais de saúde e a realização de treinamentos regulares com simulações realísticas são estratégias fundamentais para garantir a qualidade do atendimento emergencial. A eficácia do suporte de vida está diretamente ligada à capacitação contínua dos profissionais de saúde e à conscientização da população para o reconhecimento precoce das emergências. O investimento em treinamentos e a atualização constante das diretrizes são essenciais para otimizar a resposta